Domingo, 31 de Agosto de 2008
Visite Vieira do Minho

O recurso mais emblemático de Vieira do Minho é a sua paisagem. As paisagens que aqui existem, desenhadas com as mais belas cores que os mestres têm nas suas paletas, avassalam pela sua magnitude e pelo seu brilho.

 

São aliás estas paisagens deslumbrantes o enquadramento para momentos de lazer diversificados, nomeadamente a prática de BTT, pedestrianismo, orientação, paintball, tiro com arco, escala… Há ainda os lagos azuis que contrastam com o verde e o cinzento granítico da serra, estes lagos onde deambula o barco de recreio e se desliza no cabo ski…

O património, na sua beleza rude e austera, acolhe hoje unidades de turismo em espaço rural, onde o conforto proporcionado permite ao visitante o deleitoso convívio entre a modernidade e a tradição.

A cultura das suas gentes passa também pela excelência gastronómica. São inúmeros os pratos que são confeccionados recorrendo à tradicional vitela barrosã, ao cabrito, aos produtos hortícolas… Não esqueçamos o delicioso queijo e o inconfundível mel!

Não deixe ainda de ajudar a sua memória e quando partir leve consigo um dos inúmeros produtos artesanais. Tocar, sentir também é recordar.

Fonte - Câmara Municipal de Vieira do Minho

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Sábado, 30 de Agosto de 2008
Visite Vizela

Composto por sete freguesias - São João, São Miguel, Santa Eulália, Santo Adrião, Infias, Tagilde e São Paio - o concelho de Vizela, para além do termalismo que o caracteriza, oferece atractivos únicos.

 

 
Turisticamente, são inúmeros os recursos existentes, quer culturais quer naturais. Todavia, Vizela está intimamente associada à prática do termalismo, tendo sido este um legado deixado pelos povos romanos.
Aproveitando a qualidade terapêutica das águas, indicadas para doenças respiratórias, doenças de pele e reumatismos, o actual balneário termal foi construído em 1870.
Mas para além das Termas são inúmeras as atracções que Vizela possui, desde paisagens naturais, como a obtida através do Santuário de S. Bento das Pêras, passando pelo património histórico construído, como a Ponte Romana.
Mas, há mais, muito mais... Vizela tem uma actividade económica e cultural muito dinâmica, criando assim uma oferta diversificada, capaz de satisfazer as diversas necessidades dos seus visitantes e turistas.

Fonte - Câmara Municipal de Vizela

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Sexta-feira, 29 de Agosto de 2008
Visite Vila Verde

O concelho de Vila Verde, pela antiguidade e riqueza cultural, é detentor de um vasto património, traduzido nos vestígios arqueológicos, na arquitectura civil e religiosa, nos conjuntos rurais típicos, nos aspectos etnográficos da cultura popular, no artesanato, na gastronomia tradicional, na paisagem verdejante e nos rios que o atravessam.

 

As festas e romarias constituem uma das múltiplas expressões da religiosidade dos seus habitantes. Caracterizam-nas as manifestações religiosas e pagãs, que convivem em comunhão e se complementam. Cerca de centena e meia desses eventos festivos e religiosos ocorrem ao longo de todo o ano nas Capelas e Igrejas do concelho e revelam, por si só, a dinâmica e a religiosidade de um povo empenhado em preservar a sua herança cultural e transmitir às novas gerações formas de viver e sentir.

As feiras, de periodicidade semanal, quinzenal, mensal e anual, os eventos culturais e as várias exposições temáticas revelam o forte empenho no desenvolvimento cultural, social e económico da região. O artesanato ocupa cada vez mais um lugar de destaque no município; pela importância económica crescente, pela preservação de técnicas de fabrico ancestrais e pela inovação na concepção de outros produtos.

Os Lenços de Namorados, verdadeiros ex-libris desta terra, os artigos em linho, a tecelagem em trapos, as miniaturas e brinquedos em madeira, as cangas e jugos de bois, os instrumentos musicais, a olaria, a cerâmica pintada à mão e as peças em granito são alguns dos produtos de forte pendor artesanal. O património natural proporciona inúmeras actividades de lazer, das quais se destacam os passeios a pé, passeios de jipe, bicicleta (BTT) e caça.

Os rios Cávado e Homem apresentam excelentes condições para a prática de canoagem e pesca desportiva e existem excelentes praias fluviais nas suas margens. Ao visitar Vila Verde, conviva com as suas gentes, alojando-se no ambiente familiar, nas casas de Turismo no Espaço Rural, e aprecie os saberes e sabores da nossa gastronomia tradicional.

O pudim abade de priscos, do conhecido "Papa dos cozinheiros" - "Abade de Priscos", natural da freguesia de Turiz, que ficou famoso pelos seus dotes culinários, é uma das iguarias que faz parte da nossa herança gastronómica e que deve apreciar.

Fonte - Câmara Municipal de Vila Verde

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Quinta-feira, 28 de Agosto de 2008
Festival de Música Tradicional em Braga

A música tradicional portuguesa de cariz tradicional e popular é destaque na 9.ª edição do Festival de Música Tradicional, evento realizado, uma vez mais, pela Câmara Municipal de Braga nos dias 29 e 30 de Agosto, com a participação de cinco grupos de Braga e um de Famalicão.

 

Dia 29 de Agosto

Avenida Central
21h30

 

“Sons da Suévia”

Um grupo de cinco amigos e um gosto em comum: a Gaita-de-Foles.
Assim nasceram, a 30 de Julho de 2005, os Sons da Suévia, com a sua primeira aparição em público que coincidiu com a sua formação.
Desde então os Sons da Suévia têm vindo a participar nas mais variadíssimas actividades, das quais destacamos as feiras medievais, arruadas, procissões e romarias, etc.
Para isso, criaram um vasto reportório, que conta já com cerca de 50 músicas: tradicionais portuguesas, rumbas, passacorredoiros e muiñeiras galegas, AnDro’s e outras músicas bretãs, assim como irlandesas, escocesas, e músicas medievais.


Grupo de Cavaquinhos Dr. Gonçalo Sampaio

Este Conjunto de Cavaquinhos, - de há muito vulgarmente conhecido por Cavaquinhos de Braga - foi criado em 1952.
Desde sempre constituído, na sua quase totalidade, por antigos e actuais componentes do Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio, dele logo passou a fazer parte integrante.
Ao ser criado este Conjunto de Cavaquinhos, foi objectivo dominante a divulgação deste instrumento, - que se crê oriundo desta Região e, possivelmente, até de Braga, - outrora levada pelos nossos emigrantes por esse Mundo fora, onde tomou afinações, dimensões e nomes variados, como Braguinha na Ilha da Madeira, Rajão em Cabo Verde e Ultulete no Hawai.
Tal objectivo vem sendo prosseguido em resultado das inúmeras actuações no nosso País e de algumas digressões ao Estrangeiro com o Grupo Folclórico mas, sobretudo, por efeito das suas intervenções na nossa televisão e em televisões de outros países.


Grupo Canto D’Aqui

Fundado em 1984, o Grupo Canto D’Aqui tem desenvolvido um trabalho de relevo na pesquisa e divulgação da música tradicional e popular portuguesa, com o objectivo de manter viva a nossa cultura musical.
Actualmente é composto por nove elementos, que interpretam temas de todas as regiões de Portugal, executando instrumentos como, bandolins, cavaquinhos, violas braguesas, concertina, violão baixo, entre outros de cariz tradicional, que acompanham um conjunto de vozes de grande qualidade melódica.
Depois de ter feito a sua apresentação em público no 2.º festival de Teatro Amador de Braga no longínquo ano de 1984, o grupo efectuou inúmeros espectáculos por todo o país, participando em festivais, convívios, festas e romarias, com destaque para os que realizaram no Coliseu dos Recreios (Lisboa), Theatro Circo (Braga) e Teatro Garcia de Resende (Évora). Destaque ainda para as apresentações efectuadas em rádio e televisão.
Em 2003, o Canto D’Aqui editou o seu primeiro CD com treze temas, intitulado “Cantigas D’Aqui”, como corolário de um trabalho sério de recolha e tratamento dos nossos temas populares.
A edição deste trabalho tem como principal objectivo deixar um registo que perpetue o legado de um povo, contribuindo, desta forma, para a divulgação do nosso riquíssimo património musical.


Dia 30 de Agosto 

Avenida Central
21h30


Equipa Espiral

Zés P’reiras, Gigantones e Cabeçudos

Jovem, divertido, arrojado, enérgico e aprazível são apenas alguns dos muitos adjectivos com que qualificamos este Grupo. Com provas dadas e muita experiência adquirida, tanto a nível nacional como internacional, percorremos já praticamente todos os continentes. Entre Zés P’reiras e formas animadas - Gigantones e Cabeçudos, são muitas as combinações disponibilizadas.

 

Grupo de Gaitas

Um percurso marcado pela qualidade traça o trajecto deste grupo. Arruadas, desfiles, exposições, actividades de rua e de palco, são apenas algumas das áreas de actuação. Interpretando músicas portuguesas e do mundo que deliciam todos os amantes deste género musical, a boa disposição aliada a uma qualidade inegável são a imagem de marca deste Grupo.

 

Grupo Caminhos da Romaria

O grupo interpreta cantigas de festa e ida para a romaria, bem como outros géneros musicais populares que transmitam a alma, o sentir do povo. Os nossos instrumentos são as concertinas, os cavaquinhos, as violas braguesas, bandolins e violões e ainda os bombos, os reco-recos, os ferrinhos e outros instrumentos tradicionais das antigas rusgas do Minho.

 

Grupo Pedra D´Água

Em 1989, na Vila de Joane, do Concelho de Vila Nova de Famalicão, fundava-se uma associação cultural de recolha, promoção e divulgação da música tradicional portuguesa. De então para cá foram editados alguns trabalhos, cujo objectivo tem sido, sobretudo, guardar para gerações vindouras algumas preciosidades da nossa cultura, que tendem a desaparecer.
Assim sendo, do Minho, onde o clima é suave, o solo generoso, o Sol brilha colorindo de castanho e verde os montes entrecurtados por fios de água, quebrando, por vezes, a dureza da paisagem onde o olhar repousa e demora, a música do Pedra D´Água adquire todo o sentido. Viver e reviver os lugares da nossa memória comum, através dos sons emprestados pelo violino, bandolim, braguesa, viola, cavaquinho, baixo acústico, concertina, percussões e voz, principalmente a voz.
Suave, doce, envolvente como os ventos primaveris do Norte, a voz desperta emoções reprimidas e liberta os sentidos, diluindo-se no entusiasmo de um espectáculo que causa saudade antes de terminar.
É assim o espectáculo do Pedra D´Água. Oferecemos música, vozes e emoções, como se fosse um braçado de flores, onde pode, sempre, escolher A MAIS BONITA!

 

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Quarta-feira, 27 de Agosto de 2008
Visite Cabeceiras de Basto

Entre as serranias da Cabreira e do Marão, encontra-se Cabeceiras de Basto, um dos mais antigos e históricos concelhos do Minho. Cabeceiras de Basto é uma terra antiga e por isso uma terra sábia. Uma terra que soube preservar a paisagem na qual convivem o Minho e Trás-os-Montes.

 

 
Riquezas de um lado, riquezas do outro, este concelho apresenta um vasto património paisagístico e arquitectónico, cunhado pelas marcas, pelos saberes e sabores tradicionais, testemunhos de um povo e do seu modo de vida.

Integrado nas Terras de Basto, pequena sub-região com características individualizantes e próprias, abrange actualmente uma área territorial de 239km2 por onde se espalham 17 freguesias com uma população de cerca de 18 mil habitantes.

(...) Quando percorremos o concelho de Cabeceiras de Basto deparamos com uma série de monumentos, alguns dos quais, de interesse nacional (como é o caso do Mosteiro de S. Miguel de Refojos e a Ponte de Cavez) e casas solarengas datadas, a maioria delas, dos séculos XVII, XVIII e XIX, que conferem à região um cunho ímpar e, simultaneamente, desvendam alguns dos segredos que a história guardou das gentes que por aqui passaram. Construções que, por montes e vales, vão pincelando este quadro de grande beleza, reflexos das marcas dos tempo, das vivências dos povos que desde a antiguidade o elegeram para viver.

Fonte - Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto

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Terça-feira, 26 de Agosto de 2008
Joana Costa, hoje, em Esposende

Joana Costa, fadista, estará hoje na Praça do Município de Esposende às 21h30.

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Segunda-feira, 25 de Agosto de 2008
Braga... Encantos a Descobrir

Com mais de 2250 anos de história nos seus anais, a cidade de Braga e arredores merecem uma visita demorada. Para além das inúmeras igrejas e capelas, há um conjunto vasto de património cultural, natural e edificado a descobrir. Como tela inacabada, deixamos pequenos pormenores e imagens para abrir sentidos e desejos. E, assim, sem mais, partir o viajante na direcção do Minho, do verde, para descobrir Braga.

     

Como muitas cidades portuguesas, Braga preserva um centro histórico único. Apesar de não ser classificado pela UNESCO, nota-se actualmente que os cuidados na preservação do património edificado são diferentes. Os espaços começam a ser tratados com respeito pelo passado, desvia-se o trânsito e as ruas são somente para as pessoas caminhar, os edifícios são recuperados mantendo a traça original no exterior. Aos poucos, o olhar percebe que Portugal fica diferente. Braga não foge a essa regra. O centro da cidade permanece nessas cores notáveis de preservação, de espaço, onde o caminhar permite descobrir os tesouros únicos dessa cidade. Há, em Braga, um encanto nas formas, nos múltiplos edifícios, nas ruas onde o comércio se agarrou e vive. As pessoas parecem ter tempo. Talvez o espaço obrigue, mesmo sobre um sol abrasador, que se caminhe com calma para ver sossegadamente as formas que ali existem.

A verdade acerca dos primórdios de Braga perde-se na vastidão dos séculos. «No entanto, há quem avente a hipótese de terem sido seus fundadores os galo-celtas, também conhecidos por bracaros (donde o nome bracara, originário da actual Braga). Autores há que consideram simultâneos àqueles povos os túrdulos andaluzes, que com eles teriam vivido em comunhão. Bracara foi conquistada pelos romanos no ano 259 A.C., que por muito tempo a dominaram, dedicando-a ao imperador Augusto, pelo que nos passa a aparecer com o nome Bracara Augusta. Daqui irradiavam cinco célebres vias romanas, tendo Bracara sido a capital da Galécia a Norte do Douro até ao Cantábrico. Pela destruição do Império Romano, por parte dos chamados Bárbaros do Norte, Braga passou a ficar sob o domínio dos Suevos, que aí permaneceram durante 175 anos, instituindo-a a capital política e intelectual do seu reino. Seguidamente passou para as mãos dos Godos, sob cujo poder se conservou por mais de trezentos anos, até dela se apoderarem os Mouros em 715 D.C.. Os árabes, porém, quase não tiveram tempo de aí se estabelecerem pois, 25 anos volvidos, D. Afonso, o Católico, rei de Oviedo, resgatou a cidade ao seu poderio, não sem que os árabes continuassem a tramar sucessivas vezes as suas investidas. De tal modo o fizeram que em 985 Almançor, califa de Córdova, a conquistou pelas armas. Reconquistada pelo rei de Leão, D. Afonso III, foi mais tarde cedida como dote por D. Afonso IV de Leão a sua filha D. Teresa, quando do seu casamento com o conde D. Henrique de Borgonha. Braga — que hoje conta mais de 2250 anos nos seus anais — manteve-se uma das mais antigas cidades cristãs e cada vez mais progressiva. Ainda hoje é tida como o maior centro de estudo religioso de Portugal, bem se ufanando do seu título de a Roma Portuguesa ou Cidade dos Arcebispos».

Para além desta história que um desdobrável turístico sobre a cidade descreve, há os encantos que Braga guarda no seu interior e fora dele. Mais do que descrever tudo o que é possível ver, vamos deixar aqui pequenas imagens e palavras de uma cidade de luz suave, onde o tempo descreve uma velocidade limitada aos passos. Braga é uma cidade de igrejas, capelas, onde o poder religioso deixou as suas marcas unidas à cidade. Em toda a cidade os edifícios religiosos parecem estar presentes ao nosso olhar. Para mais informações, nada melhor do que se dirigir ao simpático posto de turismo, mesmo no centro, e aí descobrir múltiplas rotas de um concelho que se assume cada vez mais turístico.

Deixamos como referências a Sé Catedral, a capela de Nossa Senhora da Conceição — Casa dos Coimbrãs, a igreja de Santa Cruz, o hospital de S. Marcos, o palacete do Raio, a fonte do Ídolo, a torre de menagem, a capela do Salvador, a igreja do Pópulo, o palácio-museu dos Biscainhos, o arco da Porta Nova, a Câmara Municipal, Paço dos Arcebispos, a igreja da Misericórdia, a casa dos Crivos, a igreja dos Congregados, a capela de Nossa Senhora da Penha de França, a igreja de S. Vítor.

Nos arredores de Braga muitos outros monumentos ou sítios há a destacar. O Convento de Tibães, a capela de S. Frutuoso e três conhecidos santuários: Bom Jesus, Sameiro e Santa Marta da Falperra.

E depois há, para ver, imensos jardins, museus. Há artesanato, uma gastronomia ímpar. Braga guarda elementos únicos para quem goste de conhecer um Portugal que se transforma em termos turísticos aos poucos e dentro de um caminho sustentado e sustentável.

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Domingo, 24 de Agosto de 2008
Windows Watchers

Windows Watchers. Exposição de Fábio Silva na Velha-a-Branca - Estaleiro Cultural até 03 de Setembro.
 
Windows Watchers é o título da exposição de Fábio Silva que a Velha-a-Branca apresenta até ao início de Setembro.

 

Windows Watchers

Até 03 de Setembro, de Fábio Silva

«One can look into those windows one should almost imagine oneself living there».
Maytland Edey

«Aqui tornamo-nos voyeurs na medida em que espiamos a vida privada de outros através das janelas, contudo, pelo facto de existirem barreiras que não permitem saciar essa vontade, resta-nos imaginar como vivem essas pessoas. A luz é sinal de vida, indica-nos que existe uma acção, e é essa luz que nos chega através das janelas que se tornam fendas que a deixam escapar para o exterior. É essa luz que emana de um lugar onde vivem pessoas que forma a sua vida privada e íntima. Cada uma dessas janelas corresponde a um tipo de luz com uma dominante que difere de divisão para divisão e, mais propriamente, de habitação para habitação. Assim, somos levados a analisar que tipo de pessoas vivem naquele apartamento, que pessoas correspondem àquele tipo de cor e até que elementos podemos recolher da roupa pendurada à janela…

Essa diferença de luzes remete-nos também para o estado das relações das pessoas onde o individualismo e a solidão se solidificam cada vez mais. Pode viver-se rodeado por milhões de pessoas mas, mesmo assim, sentirmo-nos ainda mais isolados pelo facto de estarmos rodeados de tantas vidas e não surgir a possibilidade de partilhar com outras pessoas as nossas experiências diárias. As luzes acabam por referenciar essa dualidade devido às discrepâncias de dominantes de cor e ao facto de estarem tão perto que se tornam numa só mas, mesmo assim, evidenciando um grande afastamento entre elas. Transparecem, assim, as vidas, como podem ser tão diferentes, mesmo vivendo com uma divisória de alguns centímetros de espessura.

Cada janela transforma-se numa tela que conta uma história, que representa uma vivência que nós próprios atribuímos ao tipo de pessoas que vivem naquele lugar. Os elementos acabam por se tornar irreais, sórdidos, misteriosos - não são paisagens externas mas internas, perdidas num tempo estagnado de tão distante».

Fábio Silva

 

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Sábado, 23 de Agosto de 2008
Passatempo As Estações da minha Pallina

Decorre até 12 de Setembro o passatempo As Estações da minha Pallina. Crie uma história com o seu filho e envie-a para o Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães...

 

Pallina é uma pequena bola vermelha que brinca ao sabor da imaginação… Brinca e transforma-se em peixe vermelho, em flor, em cocó (!), em pintainho, em floco de neve… no espectáculo As Estações de Pallina, que o Serviço Educativo apresenta nos dias 19 e 20 de Setembro.

No LURA, jornal do Serviço Educativo, reservámos as páginas centrais para que cada criança crie a sua versão das aventuras de Pallina, escrevendo e ilustrando uma história original. A história deve ser realizada sobre o próprio jornal, de acordo com o espaço disponível e segundo as indicações de recorte e montagem, donde resultará um pequeno livro.

As histórias devem ser enviadas por correio, até 12 de Setembro, para:
Centro Cultural Vila Flor/Serviço Educativo
Av. D. Afonso Henriques, 701
4810-431 Guimarães

Os autores das 10 melhores histórias ganham 1 convite duplo para o espectáculo.

Pode encontrar o LURA no CCVF e em vários locais da cidade de Guimarães.
Procure já e concorra com o seu filho.

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Sexta-feira, 22 de Agosto de 2008
VIII Bienal de Pintura 2008/2009 Eixo Atlântico

Até 31 de Agosto decorre no Palácio Vila Flor, em Guimarães, com entrada livre, a VIII Bienal de Pintura 2008/2009 Eixo Atlântico.

  

O Palácio Vila Flor vai acolher durante o mês de Agosto a VIII Bienal de Pintura 2008/2009 Eixo Atlântico. A artista portuguesa Ana Pais Oliveira foi a vencedora do certame com a obra Vejo, de passagem, enquanto coso o meu vestido (na imagem).

A Bienal de Pintura do Eixo Atlântico é um dos programas, desenvolvidos pela associação transfronteiriça, de maior participação e sucesso. Um programa que estimula a criação artística e ao mesmo tempo possibilita o intercâmbio cultural e o conhecimento de artistas que, no Noroeste Peninsular, dão uma contribuição extraordinariamente viva e dinâmica no panorama cultural europeu.

A diversidade de expressões das obras é uma das virtudes desta Bienal. A incorporação do Prémio Jovens Talentos Luso-Galaicos permite o reconhecimento e o cruzamento com outras propostas e culturas, abrindo oportunidades, fronteiras e reforçando os laços de identidade comum, para construir um futuro.

A realização da VIII Bienal de Pintura do Eixo Atlântico conta com o apoio de instituições galegas e portuguesas como a Fundação da Juventude, o Instituto Português da Juventude, a Dirección Xeral de Xuventude e Solidariedade da Xunta de Galiza e a Caixanova. A exposição foi inaugurada no mês de Fevereiro na cidade galega de Verin, e até ao momento esteve patente nas cidades de Chaves, Vila do Conde, Vila Nova de Famalicão, Mirandela e Barcelos.

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Quinta-feira, 21 de Agosto de 2008
Um marco do correio no largo da Oliveira?!

Numa iniciativa inédita, o Teatro Oficina colocou no centro histórico de Guimarães, no largo da Oliveira, um marco de correio lançando um desafio a todos os vimaranenses.

  

 
Coloque, nesse marco do correio, cartas, escritos, papéis, fotografias ou objectos que tenha encontrado e que lhe pareça que reflectem a forma de sentir e viver de Guimarães. Estes objectos encontrados serão parte central da peça de teatro Memórias de uma máquina a vapor que estreará no próximo mês de Novembro, no Espaço Oficina, em Guimarães.

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