Exposição de Isabel Alves e Nelson Quinhones, patente na Velha-a-Branca, até 30 de Setembro. Integra a iniciativa 5-em-Linha.
Dezoito de Abril de 1809 - inicia-se junto à ponte de S. Gonçalo em Amarante, na margem direita do Tâmega, uma feroz defesa da cidade e do país, frente às tropas das II Invasões francesas. Este formas nte impasse prolongar-se-á por quinze longos dias, colmatando com a invasão da cidade e seu consequente incêndio. Duzentos anos depois, de 18 de Abril de 2009 e até 2 de Maio, a artista plástica Isabel Ferreira Alves e o compositor Nelson de Quinhones evocam este extraordinário exemplo de resistência e união com uma exposição na margem direita do rio, precisamente onde outrora se aquartelavam as forças portuguesas. Isabel Ferreira Alves apresenta-nos um ciclo de quinze obras, uma por cada dia de resistência e o compositor Nelson de Quinhones escreveu para o efeito uma peça para piano e 2 grupos de percussão. Formada também em quinze partes, o piano, figura central no espectro sonoro, representa a ponte. À direita do espectro, as percussões de madeira representam a resistência de Amarante e à esquerda, as percussões de metal representam as forças francesas.