Segunda-feira, 9 de Março de 2009
Gerald Cleaver's Violet Hour no Theatro Circo

Gerald Cleaver's Violet Hour é o homem do jazz que estará na sala principal do Theatro Circo dia 13, às 22h00.

 

 
Nascido a 4 de Maio de 1963 e criado em Detroit, Gerald Cleaver é produto da rica tradição da música da cidade. Inspirado por seu pai, também um baterista, iniciou-se na bateria em tenra idade. Tocou também violino na escola elementar e trompete na High School júnior e na High School. Enquanto adolescente, ganhou experiência a tocar ao lado de músicos tão distintos como Ali Muhammad Jackson, Lamont Hamilton e Earl Van Riper. Na Universidade de Michigan foi-lhe concedido um Jazz Study Grant from the National Endowment for the Arts, para estudar com o famoso baterista Victor Lewis. Graduou-se em 1992 e começou a ensinar em Detroit onde trabalhou com Rodney Whitaker, A. Spencer Barefield, Marcus Belgrave, Donald Walden, Wendell Harrison, e com Hank Jones, Tommy Flanagan, Barry Harris, Kenny Burrell, Al Foster, Cecil Bridgewater, Ray Bryant, Eddie Harris, Dennis Rowland, Howard Johnson, Diana Krall e Don Byron. Em 1995 aceitou uma nomeação como professor assistente de Jazz na Universidade de Michigan. Reside em New York desde 2002. Realizou gravações com Franck Amsallem, Henry Threadgill, Roscoe Mitchell, Lotte Anker, Marilyn Crispell, William Parker, Craig Taborn, Charles Gayle, Mario Pavone, Ralph Alessi, Jacky Terrasson, Jimmy Scott, Muhal Richard Abrams, Dave Douglas, Tim Berne, Jeremy Pelt, Ellery Eskelin, Miroslav Vitous, entre outros. A sua gravação de 2001, “Adjust”, para a editora catalã FSNT, foi nomeada na melhor categoria da gravação dos jovens talentos pela Associação dos Jornalistas de Jazz. Gerald Cleaver’s Violet Hour é uma homenagem à cidade onde nasceu e aos grandes percussionistas de Detroit, como Roy Brooks, Lawrence Williams, George Goldsmith ou Richard 'Pistol' Allen. Gerald Cleaver dirige as bandas Violet Hour, NiMbNl, Uncle June e Farmers By Nature.

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Domingo, 8 de Março de 2009
Falar Verdade a Mentir

Casa dos Afectos apresenta, no Theatro Circo, a obra Falar a Verdade a Mentir. Dia 09, na sala principal, às 10h30.

 

 
“Falar Verdade a Mentir” é o título duma peça escrita por Almeida Garrett em 1825. Foi publicada em 1830 juntamente com “Filipa Garrett” e “Tio Simplício”. A acção deste drama desenrola-se em Lisboa, no século XIX. Foi representada pela primeira vez em Lisboa, no Teatro Tália, pela sociedade particular do mesmo nome, em 1845. A peça contém apenas um acto (acto único) que é composto por dezassete cenas. A obra era uma crítica cómica à sociedade da altura, e ainda hoje conserva o seu humor refinado.
Adaptação, dramaturgia e encenação: João Nuno Esteves | Concepção musical: José Manuel Almeida | Produção, figurinos e adereços: Daniela Carmo Simões | Actores: André Albuquerque, Catarina Gouveia, João Nuno Esteves, Liliana Costa, Nuno Fradique e Sérgio Narval | Luz e som: José Manuel Almeida e Carlos Jorge Bernardes.

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Sábado, 7 de Março de 2009
Mulher com Aquilo…

Mulher com Aquilo… no grande auditório da Casa das Artes, Famalicão, Domingo, dia 08 de Março, às 17h00. Teatro... a não perder.
 

A Mulher com Aquilo é a história de Paula e Lígia, duas amigas que discutem o que é ser mulher, num mundo de homens, com as suas inevitáveis diferenças. Os altos cargos nas empresas são reservados aos homens, restando às  mulheres a aspiração a uma merecida promoção.
Paula, insatisfeita com esta realidade, começa a desejar ser homem, o que praticamente se realiza. Chega o dia em que ela pensa vir a ser nomeada para a vice-presidência da empresa. Porém, o cargo é entregue a um homem, um belo homem, que deixa Paula de queixinho caído.
Quem é este homem?
Quem é Paula agora, e como vai ela lidar com o seu namorado?

 

Ficha Técnica

Texto
Rosangela Petta
Título Original
Mulher com Ele
Encenação e Adaptação
Leonel Rocha
Assistente de Encenação
Luíz Oliveira
Interpretação
Marcela da Costa
Mónica Samões
Operação de Luz e Som
Pedro Oliveira
Figurinos
Cláudia Ribeiro
Música
Bel Viana
Cenografia
Arq. Marques Vieira
Fotografia
Duarte Almeida

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Sexta-feira, 6 de Março de 2009
Simon Bookish na Casa das Artes

Simon Bookish, vocalista livre, subirá ao Grande Auditório da Casa das Artes, Vila Nova de Famalicão, dia 07, Sábado, pelas 21h30.

 

 
Leo Chadburn, mais conhecido como Simon Bookish, frequentou a Guidhall School of Music and Drama entre 1997 e 2001. Afirmando-se como um vocalista de carácter livre caminhando entre composições pop e experimentais, apresentou também algumas remixes e efectuou experiencias sonoras ligadas ao teatro e dança contemporânea.
Lançou em 2006 o álbum “Unfair Funfair”, uma energética sequencia de canções, com um imaginário repleto de historias musicais sobre Eurípedes, Richard the Third, a invenção da Guilhotina, entre outros.
Um ano mais tarde, lança o álbum “Trainwreck/Raincheck”, marcadamente electrónico, estabelecendo um “diálogo” muito interessante entre o design sonoro e as palavras, criando fantásticas ambiências.
(...) No início de 2007 participou no National Theatre´s production of Brecht´s Caucasian Chalk Cricle em parceria com a Filter Theatre Company.
Simon Bookish na Casa das Artes, ao vivo (e a cores).

www.simonbookish.com

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Quinta-feira, 5 de Março de 2009
Gianluigi Trovesi no Theatro Circo

A dar continuidade ao Braga Jazz 2009, Gianluigi Trovesi Sextet sobe ao palco da sala principal do Theatro Circo, Sábado, dia 07, às 22h00.

 

 
Gianluigi Trovesi realizou o mais difícil dos desafios, não somente para um jazzman, ou um músico, mas para todo o artista, ou seja, ser capaz de criar um mundo musical que fosse imediatamente reconhecível e completamente original ao mesmo tempo. Trovesi floresceu relativamente tarde como artista. Contudo, hoje, a sua voz está entre aquelas que criaram a noção de “um Jazz europeu” inspirado pela tradição americana, mas não uma imitação dela. Michel Portal, Misha Mengelberg, Evan Parker e John Surman são outros que ajudam a definir a sua escala. Nascido em 1944, numa família trabalhadora em Nembro, uma pequena vila dos Alpes, não longe de Bergamo, na Itália do norte, Trovesi desde muito cedo entrou em contacto com a música, nos espaços comuns de sua vizinhança: o chorus para cantar tradicional da montanha ou no coro da igreja, o trio guitarra-acordeão-clarinete que acompanhou danças, e mais tarde o registo raro da ópera e da música clássica nos primeiros tempos da rádio. A música era, assim, uma companhia diária na vida de Trovesi. Mais tarde, no Conservatório de Bergamo, tirou o diploma no clarinete, em 1966, também estudando a harmonia, contraponto e fuga com o maestro Vittorio Fellegara, uma personalidade relevante na história da música italiana. Nos anos 60, Trovesi escutou avidamente “a coisa nova” que vem dos EUA. Especialmente relevante era a possibilidade de escutar ao vivo o grupo de Mingus, com Eric Dolphy, no Festival de Milano em 1964. O frasear de Dolphy foi enraizado no bebop mas o seu ponto de chegada era completamente diferente, e a maneira como usou o clarinete baixo era um outro mundo se comparado ao que foi estudado no conservatório para a música clássica e contemporânea. Os anos 80 são para Trovesi tempo de projecção internacional através de inúmeros contactos com músicos de elevada craveira, gravações para a Enja e Soul Note, sempre com um enorme reconhecimento da crítica dos dois lados do Atlântico. Os anos 90 são o consulado ECM, com todo o prestígio que daí advém. O seu quinteto acumula prémios em cima de prémios, tornando Trovesi numa autêntica estrela cadente do Jazz europeu. Inspirado na tradição americana, Trovesi possui um léxico, uma expressividade própria e uma base cultural diversa do Jazz praticado do outro lado do Atântico. Com Trovesi, o Jazz europeu existe e tem vindo a ser tocado e professado por uma variedade de artistas que no espaço europeu vão fazendo o seu caminho. Cite-se alguns nomes da grande família: John Surman, Misha Mengelberg, Akosh S., Evan Parker, Michel Portal, Loius Sclavis, Paul Dunmall, Mike Westbrook, Sebi Tramontana, Mats Gustafsson, Kenny Wheeler (canadiano, mas britânico por opção), Carlo Actis Dato e a Instabile Orchestra, e tantos outros grandes músicos, incluindo Gianluigi Trovesi, o italiano cuja música, sendo Jazz, é totalmente italiana, europeia e mediterrânica. Trovesi, apesar de ter despontado tardiamente para a música possui um currículo impressionante, cheio de projectos, concertos e gravações. Um regresso (Trovesi esteve entre nós no ano 2000) que se aguarda com uma enorme ansiedade.

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Quarta-feira, 4 de Março de 2009
Jazz quente dos Dual Identity

O jazz continua a dar calor às noites do Theatro Circo no dia 06, sexta-feira, às 22h00, na sala principal, pelos Dual Identity.

 

 
O quinteto Dual Identity é dirigido por Rudresh Mahanthappa e Steve Lehman, ambos líderes dos seus próprios grupos, com enorme notabilidade internacional, e ambos votados como “Rising Stars of the Alto Saxophone” pelos críticos internacionais da revista Downbeat. Rudresh e Steve são reconhecidos como as mais importantes novas figuras do saxofone alto. Na verdade, os Dual Identity são um grupo de jovens estrelas do Jazz contemporâneo nova-iorquino que define muitos dos novos caminhos do Jazz numa inteligente ligação entre composição e improvisação. Estilisticamente pode-se dizer que beberam muito no M-Base de Greg Osby e Steve Coleman, juntando-lhe modernidade e um forte cunho pessoal. Steve Lehman é um saxofonista e compositor que trabalha na fronteira com a música contemporânea. É reconhecido como uma das vozes originais do novo Jazz. Foi estudante de Jackie McLean e Anthony Braxton, tocou e gravou nos Estados Unidos e na Europa com os seus próprios grupos mas também ao lado de músicos como Anthony Braxton, Dave Burrell, Mark Dresser, entre muitos outros. Steve viu composições suas para grande orquestra e grupos de câmara serem interpretadas pela Janacek Philharmonic, membros do International Contemporary Ensemble, Ensemble 21 e Ensemble Sospeso, e ainda pela pianista Marilyn Nonken. Rudresh Mahanthappa incorporou com muito talento elementos da sua ancestralidade indiana, fundindo-os com uma miríade de outras influências e criando uma visão musical única. É muito normal verem-se os seus discos nas listas dos melhores do ano, desde 2005, em revistas como Village Voice, Jazztimes, Downbeat, Jazz.pt, Jazzwise, Jazzman (onde alcançou o Choc de L’Année - disco do ano - em 2007 com o álbum “Codebook”). Apesar das suas gravações como líder e do seu trabalho ao lado de inúmeras figuras de proa do novo Jazz, o guitarrista Liberty Ellman afirmou-se como figura proeminente no seu instrumento como sideman de uma das mais ilustres e originais formações de Jazz dos últimos anos, o Henry Threadgill’s Zooid. Tocou e gravou desde 2001 ao lado de nomes como Greg Osby, Vijay Iyer e Josh Roseman, sendo “Ophiuchus Butterfly” (2006) o seu mais recente trabalho. Desde que chegou a Nova Iorque em 2001, Matt Brewer emergiu como um dos mais requisitados contrabaixistas da sua geração, atingindo grande notoriedade a partir do momento em que começou a fazer parte dos grupos de Greg Osby (trio e quarteto), com gravações para a Blue Note. Desde então tem tocado e gravado ao lado de Lee Konitz, Jeff ‘Tain’ Watts e Gonzalo Rubalcaba, entre outros. O baterista Damion Reid é também um dos nomes em ascensão da cena nova-iorquina, tendo tocado nos Estados Unidos, Europa e Japão nos grupos liderados por Ravi Coltrane, Terence Blanchard, Jacky Terrasson, Greg Osby, Reggie Workman, Jason Moran e ainda Robert Glasper, com quem gravou dois trabalhos para a Blue Note, “Canvas” (2005) e “In My Element” (2007).

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Terça-feira, 3 de Março de 2009
A Noiva Cadáver

Baú dos Segredos apresenta A Noiva Cadáver. Dias 05 e 06, às 21h30, no Grande Auditório da Casa das Artes, Vila Nova de Famalicão.

 

Baseado num conto popular russo, "A Noiva Cadáver" conta a história do desajeitado e tímido Victor, que se vê envolvido numa embrulhada, paralelamente no mundo dos vivos e dos mortos, onde em ambos os lados faz o papel de noivo.
Uma história de contrastes num mundo de contrastes, em que os mortos "vivem" num ambiente muito mais festivo e alegre, em oposição aos vivos que parecem deambular por um mundo escuro e triste, ou seja, a Inglaterra vitoriana.
A era Vitoriana, recebe esse nome por causa da rainha que estava no poder nessa época, ou seja, a rainha Victória.
Ora, um dos objectivos da obra é, justamente, fazer uma crítica da sociedade britânica dessa altura.
(...) A Noiva Cadáver é uma obra saída do imaginário de Tim Burton, senhor que já nos habituou a um mundo muito próprio de fantasia, de teor gótico, não deixando de nos surpreender.
Inicialmente, esta obra foi apresentada num filme de animação com êxito mundial.
Por isso encaramos como um desafio a sua montagem em palco.
Essa é a razão que nos move, desta vez.

 

Ficha Técnica

Produção - Casa das Artes de Famalicão
Adaptação, Encenação e Cenografia - João Regueiras
Luz, Som e Manuseamento de Cenários - Equipa Técnica da Casa das Artes
Direcção Musical - Rui Mesquita
Figurinos e Caracterização - Carmen Regueiras e Emília Silva
Coreografias - Ana Regueiras
Elenco - Alunos do Nível 2 do Baú dos Segredos

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Segunda-feira, 2 de Março de 2009
Quarteto de André Fernandes no Theatro Circo

Quarteto de André Fernandes, em sons de jazz, estará dia 05, quinta-feira, na sala principal do Theatro Circo, pelas 22h00.

 

 
André Fernandes nasceu em Lisboa. Completou os seus estudos na Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal e em 1996 recebeu uma bolsa da conceituada Berklee College of Music, em Boston, EUA, que frequentou até se mudar para Nova Iorque. Recebeu o Stephen Holland Award for Outstanding Musicianship. Entre as suas colaborações destacam-se Mário Laginha, Lee Konitz, Chris Cheek, Cyro Baptista, Perico Sambeat, Maria João, David Binney, Julian Arguelles, Eli Degibri, Bill McHenry, Pedro Moreira, Pete Rende, John Hollenbeck e Theo Bleckman, Alexi Tuomarila Quartet, Bernardo Moreira, Jorge Reis, Carlos Barreto, Akiko Pavolka, Jarmo Savolainen, Furio diCastri , Phil Markowitz e João Paulo Esteves da Silva, entre outros. Toca regularmente nos principais festivais e salas europeias como membro do Lee Konitz New Nonet, Maria João e outros grupos. Em 2001 gravou o seu primeiro CD como líder intitulado “O Osso”, editado pela sua própria editora Tone of a Pitch, ao qual se seguiram até hoje mais quatro trabalhos: “Howler”, “Timbuktu”, “Cubo” e “Amplitude” com o grupo Spill. Todos muito bem recebidos pela crítica e público. O seu último foi eleito disco do ano pela votação dos críticos no espaço Jazzlogical.net e Fernandes eleito músico do ano de 2007 pelo jornal “Público”. Colabora regularmente com a Orquestra Jazz de Matosinhos com quem grava o projecto “Portology” com Lee Konitz, dirigidos por Ohad Talmor, e é convidado para integrar o Lee Konitz New Nonet na Europa em 2006 e 2007. Com Konitz e a Orquestra Jazz de Matosinhos actua no Carnegie Hall em Nova Iorque em celebração do seu octogésimo aniversário e com o seu noneto actua por toda a Europa. O seu quarteto actual inclui o pianista Mário Laginha, o contrabaixista Nelson Cascais e o baterista Alexandre Frazão.

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Domingo, 1 de Março de 2009
Preconceito Vencido

Companhia de Teatro de Braga apresenta no Salão Nobre do Theatro Circo Preconceito Vencido. Dias 03, 04, 10, 11, 12 e 27 de Março, sempre às 21h30.

 

 
Este espectáculo é, antes de mais, um exercício de actores sobre o Romantismo. Testemunha privilegiada do Século das Luzes, Marivaux foi, no teatro, percursor da Revolução Francesa. Defendeu a emancipação da mulher, o direito de voto, o sufrágio universal, visualizou a união livre, a igualdade sexual… mas ao contrário do seu contemporâneo Rosseau, cinquenta anos antes, acreditava que o homem nasce mau mas que a sociedade o torna pior. É um pouco isso que se pode tirar de “Preconceito Vencido”.
Autor: Pierre Marivaux | Encenação: Rui Madeira | Tradução: Mário Barradas | Figurinos: Sílvia Alves | Desenho de luz: Fred Rompante | Actores: Thamara Thaís, Allex Miranda, Mabelle Magalhães, André Silva e Jaime Soares.

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