Uma outra história... Teatro na Casa das Artes, Famalicão, dia 25 de Julho, Sábado, às 21h30, no Grande Auditório.
Exercício de interpretação de uma série de textos de vários autores, formando, por assim dizer uma viagem, por vezes, num ritmo alucinante, desde a criação do Homem até aos dias de hoje.
A representação, umas vezes séria, outras tantas, francamente satírica, é feita em cascata, dado o quase atropelamento dos acontecimentos, que são, aqui e ali interrompidos por apontamentos humorísticos ou não.
O estilo da representação revela-nos uma visão verdadeiramente pedratória da Humanidade (como já alguém disse, não confundam com predatória! É mesmo no sentido de atirar pedras!).
Há, contudo, uma mensagem que os nossos actores quiseram “passar” com esta representação: é que, apesar dos muitos erros que o Homem cometeu ao longo da sua breve história, ainda vai a tempo de reparar alguns deles e continuar a sua caminhada, para que o seu futuro seja, francamente, viável.
Encenação e Cenografia - João Regueiras
Textos – De vários autores
Direcção Musical – Rui Mesquita
Luz e Som - Equipa Técnica da Casa das Artes
Assistência de Encenação – Tiago Regueiras
Participação especial - Ana Regueiras
Figurinos e Caracterização - Cármen Regueiras
Elenco - Alunos do Nível 1 do Baú dos Segredos.
Produção - Casa das Artes de Famalicão
Até 31 de julho, na Centésima Página, está patente a exposição Bag Lady, de Maria Filipe Castro.
"Todas as malas foram inspiradas numa das mais versáteis peças de vestuário feminino, o Vestido. Aquele que representa o ponto de passagem de Mulher a Fashion Victim! Foram elaboradas a partir de detalhes de diferentes vestidos. Folhos, muitos folhos, tule e muita cor foram o ponto de partida para estas peças feitas à mão. Cada mala construída tem um carácter diferente, pois o tecido é cortado sem o apoio de moldes. Não são simplesmente malas, mas sim retalhos de desejos."
Pedro Abrunhosa sobe à sala principal do Theatro Circo dia 24, sexta-feira, às 22h00.
No início, foi o Conservatório. Pedro Abrunhosa escolheu o caminho mais difícil. Não começou por ganhar fama na música ligeira, para se aventurar depois em projectos mais ousados. Após um longo percurso que inclui vários projectos na área do jazz, a paragem seguinte foi nos Bandemónio. Quando chegou ao rock trazia a mochila cheia de História e de rigor. “Viagens” atingiu a tripla Platina, com mais de 140 mil exemplares vendidos. Pedro Abrunhosa comparecia finalmente ao encontro com as grandes audiências. Tinha algo para lhes dizer, foi entendido e esse pacto com as multidões nunca mais foi quebrado. De todos os discos, há temas que se tornam hinos, estribilhos, adágios. “Se eu fosse um dia o teu olhar”, do álbum “Tempo”, é usado no filme “Adão e Eva”, de Joaquim Leitão, que se tornou um êxito de bilheteira. As canções de Pedro Abrunhosa estão cheias de histórias, felizes e infelizes, únicas e intensas. Nos últimos anos, Abrunhosa editou livros, realizou ciclos de conferências, trabalhou com músicos de vários géneros e geografias. Apresentou-se em espectáculo com Caetano Veloso e tocou com outros músicos brasileiros como Lenine, Zélia Duncan, Elba Ramalho, Zeca Baleiro, Sandra de Sá, Syang, Rio Soul. Em Julho de 2007, Nelly Furtado incluiu “Tudo O Que Eu Te Dou” na sua playlist, destacando-a como uma das suas canções preferidas de sempre. Pedro Abrunhosa cantou em dueto com a luso-canadiana. Considera que a música não é neutra. É uma ideologia de fraternidade. Não se é músico sem o sentido de pertencer a uma família e sem se estar comprometido com o mundo. Para Abrunhosa, a música é uma viagem que não se faz sozinho, apesar de o ter levado aos limites da originalidade.
Assim se conta por lá... Teatro na Casa das Artes, Famalicão, dia 24 de Julho, Sexta-feira, às 21h30, no Grande Auditório.
Desta vez, fizemos um exercício de adaptação ao palco de dois textos escritos para os jovens...
Duas pérolas orientais, trazidas à luz pela mão, inconfundível, de Alice Vieira na obra Contos e Lendas de Macau.
É, por assim dizer, uma forma singela de homenagearmos quem, com tanta dedicação e carinho vem alimentando os sonhos a milhares de jovens e crianças: a escritora Alice Vieira.
Dois contos em que o Amor é, na realidade, a personagem principal, revelando, alguns aspectos da psicologia de vida das gentes do oriente,...da sua mitologia,...da sua resignação perante o imutável,... da sua visão do Amor...
Encenação e Cenografia - João Regueiras
Textos – Alice Vieira (adaptados ao palco)
Luz e Som - Equipa Técnica da Casa das Artes
Assistência de Encenação – Tiago Regueiras
Coreografias - Ana Regueiras e Sara Sampaio
Figurinos e Caracterização - Cármen Regueiras
Elenco - Alunos do Nível 2 do Baú dos Segredos.
Produção - Casa das Artes de Famalicão
Até 31 de julho está patente na Centésima Página a exposição Cores de Verão, de Maria da Luz Veloso.
T’ shirts que servem de telas para inspirações de formas e cores.
Ateliers Dançar o Verão na Centésima página a partir de dia 20 de julho até 28 de agosto.
Grupo 1 – (4 aos 6 anos)
Horário: 10.00 às 12.30 horas (segunda a sexta)
Ateliers
1º Dançar Histórias
20 a 24 Julho
27 a 31 Julho
03 a 07 Agosto
2º Dançar Formas
10 a 14 Agosto
17 a 21 Agosto
24 a 28 Agosto
Grupo 2 – (8 aos 11 anos)
Horário: 14.00 às 18.00 horas
Ateliers
1º Dançar o eu e o outro
20 a 24 Julho
27 a 31 Julho
2º Dançar o Barroco
03 a 07 Agosto
10 a 14 Agosto
3º Dançar com Imagens
17 a 21 Agosto
24 a 28 Agosto
Orientação Pedagógica: Helena Mendonça
Formadora: Margarida Dias
Organização: Livraria Centésima Página - Casa Rolão.
Arte Total - Centro de Educação pela Arte apresenta A Cozinha. Dias 17 e 18, sexta-feira e sábado, às 21h30, na sala principal do Theatro Circo.
O projecto aqui proposto pretende efectivar, nas suas diferentes fases, a troca de experiências e metodologias de criação artística, oriundas da música, da dança, do teatro e das artes plásticas em direcção a uma apresentação pública que seja o culminar dessa fusão de linguagens artísticas. O texto de base para o projecto é “The Kitchen”, de A. Wesker, uma peça que recria o ambiente de uma cozinha de um grande restaurante, em pleno funcionamento, com cozinheiros, criadas e ajudantes nos preparativos para o almoço. As tarefas vão acelerando lentamente até se chegar a um ritmo frenético de serviço. Sucede-se uma parte mais lírica, com os assistentes e cozinheiros a relaxarem depois de terem servido o almoço, e a conversarem sobre os sonhos de cada um.
Direcção artística: Armando Pinho | Equipa artística: Cristina Mendanha, Joana Domingues, Natália Paredes e Susana Cerqueira | Cenário, figurinos e adereços: Miguel Ralha | Direcção técnica: Sérgio Julião | Intérpretes: Arte Total Cia. e crianças | Assistente de produção: Emília Correia | Produção: Arte Total - Centro de Educação pela Arte.
Durante o mês de Julho, a mais recente produção do Teatro Oficina, No Cover, vai andar pela cidade de Guimarães. Aproveitando o Verão, a companhia vimaranense decidiu sair do seu espaço habitual, para abraçar a cidade. Já a encontrou?
Duas mulheres que dizem chamar-se Victoria Beckham, uma real e uma cópia - ambas clones de um estereótipo - discutem em frente de um vagabundo que jura ter sido uma estrela do rock-pop. Juntos entram na aventura de revolucionar o mundo da música com uma proposta pirata e subversiva. “No Cover”, do mexicano Luis Mario Moncada, é uma farsa sobre a originalidade contemporânea que, com música, bailes e um forte delírio de grandeza, reivindica a apropriação pirata, a redefinição dos direitos de autor, e a velha expressão que diz: “no mundo não há nada de novo, salvo aquilo que já nos esquecemos”.
Nascido em Hermosillo, no México, em 1963, Luis Mario Moncada reparte a sua actividade entre a escrita dramática, a interpretação, a investigação e gestão cultural. Escreveu e adaptou mais de 25 obras, quase todas representadas. Algumas das suas obras foram traduzidas para inglês, francês e alemão. Luis Mario Moncada tem aparecido em antologias de dramaturgia na Alemanha e Espanha e realizado apresentações nos Estados Unidos, Canadá, El Salvador, Colômbia, Bolívia, Chile, Venezuela, Argentina, Portugal, Itália e Espanha. Colabora com inúmeras publicações especializadas no México e no estrangeiro, para além de ser fundador da revista de investigação teatral “Documenta-CITRU”.
Segundo Marcos Barbosa, director artístico do Teatro Oficina, “esta peça é uma espécie de grito de afirmação pop e, por isso mesmo, usando essas mesmas referências, aparece do nada, para tentar não ser tudo, mas ser, usando uma expressão futebolística, uma jogada de encher o olho. Mesmo assim, mais teatro invisível, continuamos a ser absolutamente teatro, e por isso com este texto de Luis Mario Moncada, esta música quase toda pirateada por Samuel Úria, e com estes actores electrofashionpoprock, entramos pela vida das pessoas dentro, conquistando-as para a urgência da sua participação neste projecto que deve ser comum: a criação de um mundo novo.” Com tradução e encenação de Marcos Barbosa, a peça é interpretada por Alheli Guerrero, Diana Sá e Rodrigo Santos.
Scars. Sarajevo 1996 - 2006. Fotografias de Simona Ghizzoni, italiana, vencedora Attenzione Talento Fotografico Fnac 2006. Até 02 de Setembro na Fnac.
O projecto Scars. Saravejo 1996-2006 foi vencedor do Attenzione Talento Fotografico Fnac 2006, prémio de fotografia organizado pela Fnac Itália. Dez após o final da guerra, Simona Ghizzoni parte numa viagem pela Bósnia-Herzgovina. Scars, mais que um relato fotojornalistico, revela-se um olhar parcial sobre um território devastado. Simona Ghizzoni foi reconhecida este ano com o 3º prémio na categoria Retrato do World Press Photo 2008.
Colecção de Nuno Borges de Araújo no Museu da Imagem até 30 de Agosto.
O Museu da Imagem apresenta, até 30 de Agosto, uma exposição de fotografias da Colecção de Nuno Borges de Araújo intitulada Uma Colecção Privada - Contributos para uma Memória Visual de Braga.
Vita Vitri no Museu Regional de Arqueologia D. Diogo de Sousa até 20 de Julho.
O Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa apresenta, até 20 de Julho, a exposição 'Vita Vitri - O Vidro Antigo em Portugal'.
Trata-se de um exposição sobre o ciclo de vida do vidro antigo em Portugal, organizada em quatro núcleos: desde o nascimento numa oficina romana até à morte e renascimento, por via da reciclagem, passando pela vida sob forma de objectos em vidro que integraram o quotidiano das populações.
Apresentam-se peças de grande valor arqueológico e estético, pouco conhecidas do público, uma vez que não estão expostas regularmente.
O Serviço Educativo do Museu assegura visitas-guiadas e outras actividades vocacionadas especialmente para Escolas e Famílias.